Morte do diretor da Uenp (Campus de Cornélio) ainda intriga família

A família do diretor Sérgio Roberto Ferreira da Uenp (Campus de Cornélio Procópio) morto no último dia 20 a golpes de machadinha, ainda não aceita e não entende a motivação do crime.

As filhas de Sérgio Ferreira descrevem o pai como um homem tranquilo, apaziguador.

“Meu pai sempre foi um homem íntegro, honrado, querido por todos. Na universidade era o paizão de todos”, diz a filha Priscila Ferreira de Souza.

Ele foi ferido dentro da universidade e, apesar de socorrido, não resistiu aos ferimentos.

O autor do homicídio Laurindo Panucci Filho, que está preso no interior de São Paulo, confessou o crime, segundo a polícia paulista.

As filhas de Sérgio dizem que nunca souberam de problemas entre eles, mas que dias antes do crime, Laurindo havia procurado o pai.

“Durante a semana estava entrando em contato com o meu pai devido a essa advertência que ele receberia.

Pelo o que a gente sabe, ele tinha sido notificado, mas não tinha recebido. Estava atrás para que meu pai fizesse alguma coisa”, conta Daiene Ferreira.

No dia do crime, professor Laurindo recebeu uma advertência de um outro diretor da universidade por prejudicar a disciplina, a hierarquia, a ordem e a eficiência do trabalho e das atividades acadêmicas.

Logo após a reunião que foi informado sobre isso, Laurindo ligou para o diretor Sérgio para marcar um encontro com ele no campus.

Na sexta-feira (28), o Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou o professor Laurindo Panucci Filho por homicídio triplamente qualificado.

Ainda não existe previsão de quando ele será transferido de São Paulo onde está preso para Cornélio Procópio. (Texto: Rádio Web CP com informações da RPC Londrina).

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